12/04/2010

ARQUEOLOGIA BÍBILICA - ANTES DO NOVO TESTAMENTO

Não é difícil perceber o quanto os contos e culturas de outros povos influenciaram os escritores da Bíblia.

Durante o Exílio na Babilônia em 586 a.C. os Judeus tiveram seu Templo destruído. Exilados na Babilônia tiveram mesmo assim sua crença tolerada e liberdade de culto. Mas sem terem a principal referência para devoção, eles iriam escrever a Bíblia para que servisse de instrumento de união para seu povo. Nelas, seus contos antigos e histórias de Reis juntamente com as lendas, mitos e leis da Mesopotâmia serviriam de inspiração para muitas de suas histórias bíblicas.

Entre a conquista e a influência grega na Judéia até a chegada de Jesus, entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento há um vácuo na história da Bíblia.

Nos tempos que se seguiram após o período dourado do Antigo Testamento, foi peixe grande engolindo peixe pequeno. Quando o rei Ciro da Pérsia conquista a Babilônia em 539 a.C. a Judéia se torna colônia da Persia de 538 a 332 a.C. e oprimidos pela Grécia que toma o império da Persia, de 332 a 141 a.C. Judéia se torna colônia Grega.

Neste período toda aquela região sofreria grande influência Grega, na maneira de pensar como Filosofia, e na maneira de cultuar deuses com sua mitologia, e na escrita e novamente o Império Romano conquista o Império Grego, e na Judéia com intervenção romana de Pompeu em 63 a.C. ganham mais um novo opressor.

Os Romanos não deixaram de cultuar os deuses gregos e de admirar sua filosofia.


OS BONS ENSINAMENTOS DA FILOSOFIA GREGA ANTES DE JESUS


Haviam filósofos que acreditavam ter as respostas para se alcançar a vida eterna, para entender Deus, para se relacionarem bem com o próximo e qual conduta de vida seguir.

Quatro séculos antes da "história de Jesus" ser narrada, Platão já questionava as narrativas alegóricas com a intenção de ensinamentos morais e que eram muito comuns àquela época :

“... quem é novo não é capaz de distinguir o que é alegórico do que não é.”

Do livro de Platão - República
Entre eles Sócrates o pai da Filosofia, foi acusado por algumas pessoas influentes na sociedade Grega que se incomodavam com sua maneira de ensinar, e sendo julgado preferiu morrer para que seus bons ensinamentos fossem reconhecidos.

Teve seu pensamento difundido por discípulos, entre eles Anthistenes de Atenas e o conhecidíssimo Platão.

Não é difícil entender que esses contos alegóricos acabaram recebendo credibilidade como fato verídico e viraram religião.

A RELIGIÃO GREGA ANTES DE JESUS
O que para nós hoje, é MITOLOGIA, para os gregos era RELIGIÃO. e essas religiões influenciaram também o território que conquistaram, entre eles o da Judéia.

A história dos deuses nascem de contos alegóricos .

Haviam vários deuses adorados e que se acreditava, realizavam milagres fantásticos, não como os que se vê hoje em dia, mas sim milagres como ressuscitar mortos, ou curar doenças que hoje são facilmente resolvidas pela medicina moderna e haviam pessoas de carne e osso que se preocupavam em dar bons ensinamentos. Eis alguns :


Mito que também foi muito cultuado. Nascido por interferência do deus maior para os gregos no ventre de uma mulher. Como na imagem ao lado, também é figurado montado em cima de um jumentinho. Transformou água em vinho e o vinho era o seu sangue.

“... quem é novo não é capaz de distinguir o que é alegórico do que não é.”

Platão, século IV a.e.c.

ASCLÉPIO (ESCULÁPIO)

Cultuado como um ser bondoso que ressuscitou os mortos e curou os enfermos.

Tão respeitado foi seu culto, que até nos dias atuais, é reconhecido como ser mitológico mas apenas simboliza-se o seu cajado e a serpente enrolada nele como símbolo da Medicina moderna.

“... quem é novo não é capaz de distinguir o que é alegórico do que não é.”

Platão, século IV a.e.c.


ADÔNIS (DUMUZI, ADONAI, OU TAMUZ PARA OS SEMITAS)

Filho do incesto de um Pai (rei Téias ) enganado por sua filha (Smirna). Smirna é transformada em árvore pelos deuses, e da casca dessa árvore nasceu Adônis (Adonai que quer dizer Senhor em Aramaico, conhecido também por Tamuz)

Para dividir a companhia com as esposas Adônis morre no inverno descendo aos infernos (mundo Inferior) para juntar-se a Perséfone e ressuscita à Terra na primavera para juntar-se a Afrodite.

Com estações do ano bem definidas no hemisfério norte, a ressurreição dos deuses na primavera após um período de inverno rigoroso celebra a renovação da vida da semente "morta" que espera brotar do solo (descida ao inferno).

I Corintios 15, 35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm?
Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.
E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como o de trigo, ou o de outra qualquer semente.

Isso nada mais é que um exemplo de alegoria Cristã copiado dos cultos pagãos do mesmo período.

Não seria demais lembrar que a primavera no hemisfério Norte se inicia no período que se comemora a Páscoa, a ressurreição do Cristo.

Período aproximado entre 593 a 571 a.C. no livro de Ezequiel 8:14 Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra.
Também me disse: Verás ainda maiores abominações que eles fazem.
Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz.

Tamuz hoje é apenas o quarto dos doze meses do calendário judaico. Tamuz dá início à estação" (tekufá) do verão.


Tamuz (ou Dumuzi - deus sol) é o filho do deus que na mitologia Suméria morreu, desceu ao inferno e ressuscitou.

Esse mito deu origem ao Persa Mitra (Sol Invictus adorado pelos Imperadores Romanos até o período de Constantino - Pode-se ler isso na figura ao lado) que nasceu em uma gruta, seu nascimento era comemorado dia 25 de dezembro (solstício de inverno naquela região), tinha discipulos, morreu e ressuscitou.

“... quem é novo não é capaz de distinguir o que é alegórico do que não é.”

Platão, século IV a.e.c.


OS MILAGRES DA BÍBLIA

Outras curas milagrosas também são encontradas no próprio Antigo Testamento. Por volta de 800 a.C., antes do exílio na Babilônia, é citado em I Reis 17, 22 que Elias ressuscitou mortos. Em II Reis 4, 42 cita-se que Eliseu multiplicou pães e em II Reis 5, 1 Eliseu curou leprosos.

E há uma explicação nada simpática sobre tanta preocupação com os cegos e coxos que seriam curados no Novo Testamento pelo descendente de Davi :

II Samuel 5, 6 Partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra e que disseram a Davi: Não entrarás aqui, porque os cegos e os coxos te repelirão, como quem diz: Davi não entrará neste lugar.
Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi.
Davi, naquele dia, mandou dizer: Todo o que está disposto a ferir os jebuseus suba pelo canal subterrâneo e fira os cegos e os coxos, a quem a alma de Davi aborrece.
(Por isso, se diz: Nem cego nem coxo entrará na casa.)




Fonte: http://biblianua.vilabol.uol.com.br/nvtestm.htm

O Despertar dos Chacras

Quando nos damos conta da existência daquela parte divina dentro de cada um de nós; quando descobrirmos com a emoção mais profunda do coração que nossa Divindade Íntima quer que desvendemos as esferas superiores de nossa Consciência; enfim, quando em nossas viagens internas começamos a responder à inteligência do Pai Íntimo, então sim, como filhos pródigos poderemos nos considerar um Deus, em potencial.

A investigação de nossa Alma nos faz conceituar que existem poderes que levariam nossa vida a uma mudança tão radical que os limites de nosso cotidiano se confundiriam com o ilimitado. Com o uso de sons vocálicos, mântricos, podemos conquistar nossa herança mágica, perdida num passado longínquo. Mantras são invocações sonoras que o mago utiliza para harmonizar seu corpo e seus Centros com as forças mais sutis da Natureza.

O homem possui ao todo 12 poderes, ou sentidos. Cinco sentidos físicos (olfato, audição, paladar, tato e visão) e sete suprafísicos, atrofiados na grande maioria de nós. Eventualmente, um ou outro sentido suprafísico se manifesta, dando-nos a certeza de que eles existem. Esses poderes são:

1. Clarividência
2. Clariaudiência
3. Intuição
4. Telepatia
5. Viagem Astral
6. Recordação de Vidas Passadas
7. Polividência

1. Clarividência: É a Terceira Visão. Com este poder, apresenta-se ante nosso olho interior todo o universo oculto, as dimesões superiores e inferiores, os elementais e os anjos, os corpos sutis, os desencarnados e as formas-pensamento. Desenvolve-se a clarividência despertando o chacra frontal (entre as sobrancelhas) e trabalhando-se a Ira. As virtudes para se despertar este chacra são paciência, serenidade e Imaginação consciente (não confundir com fantasia). A cor deste chacra é azul com matizes de rosa e prata. O mantra para seu despertar é INRI...

2. Clariaudiência: É o chamado Ouvido Interno ou Oculto. Com este sentido podemos escutar a voz dos desencarnados, dos Mestres, a Música das Esferas, compreender cada palavra pronunciada, valorizar a virtude do amor à Verdade e compreender as Leis de Causa e Efeito. O chacra deste sentido é o Laríngeo, situado na base da garganta. Suas cores são índigo e prata. O mantra é ENRE...

3. Intuição: É a voz divina que nos fala por meio do Cárdias, o chacra do coração. Com este sentido captamos o profundo significado das coisas e ficamos sabendo com antecedência o que fazer. Os místicos afirmam que este chacra desenvolvido nos dá também o poder da levitação (Jinas). A virtude para este chacra é o Amor. E a cor é o dourado. O mantra é ONRO...

4. Telepatia: Quando andamos pela rua, pensamos em alguém e logo passamos por ele; isso se chama captação de pensamento, e é despertado com as virtudes do respeito a tudo e a todos, a discrição, o não julgar ninguém. O chacra é o do plexo solar, na altura do umbigo. É chamado de Solar por ser o acumulador dos átomos ígneos, ou Prana, que vêm do Sol. Aclaramos que a Transmissão das ondas de pensamento se faz por meio do chacra frontal e a captação pelo solar. As cores são o verde e o amarelo.O mantra é UNRU...

5. Viagem Astral: Todos, sem exceção, saímos do corpo físico nas horas de sono. Nossos sonhos são vivências (quase sempre inconscientes) de fatos ocorridos no mundo astral, ou quinta dimensão. Quem de nós, em um dado momento, estando relaxados, de repente nosso corpo sente um leve choque, como que assustados? Na verdade, sem o saber, estivemos saindo gradativamente do corpo físico e voltamos bruscamente. Quando um indivíduo domina relativamente esse poder, consegue conversar com os mestres e todos os desencarnados, penetrar nos templos das igrejas elementais, viajar a qualquer lugar do mundo, acima e sob a terra. Quando todos os chacras, especialmente cardíaco, prostático e hepático, estão em perfeita sintomia com as forças sutis do Cosmos, a saída astral se torna mais consciente. A virtude é a Vontade e os defeitos a serem trabalhados são a preguiça, o medo e a gula. A cor é o azul celeste. O mantra é FARAON...

6. Recordação de Vidas Passadas: Essa função depende de um sistema nervoso equilibrado, ou seja, um cérebro e uma coluna vertebral carregados de energias transmutadas. Porém, os chacras ligados a esse poder são os pulmonares, que se situam na parte superior das costas. A virtude requerida para o despertar desse centro é a Fé consciente e serena. Trabalhando-se com os chacras pulmonares conseguimos absorver a experiência e o conhecimento acumulados de vidas passadas. A cor é o violeta. O mantra é ANRA...

7. Polividência: É a virtude dos atletas da meditação, dos adeptos do Êxtase espiritual, ou pré-Samadhi. O chacra coronário, o do topo da cabeça, é a porta de entrada e saída da Essência. A polividência é a capacidade da nossa consciência (Essência ou Budhata), desligar-se parcialmente de seus sete corpos e penetrar na Realidade Única, na essência profunda e na razão de ser das coisas. Todas as sete cores ao mesmo tempo. O mantra sagrado é TUM...

Despertando os 7 Chacras

Existem 7 Templos sagrados no mundo astral ligados aos elementos cósmicos e nos conectamos magneticamente a eles por meio de nossos sete principais chacras, batizados no esoterismo crístico de Igrejas do Apocalipse ou Velas do Candelabro do Templo. De acordo com o Yoga, os chacras principais são :

Muládhara (Igreja de Éfeso ou Básico): situa-se entre os genitais e o ânus, e sua raiz fica na ponta da espinha dorsal. Liga-nos ao elemento Terra e seus mantras principais são o IAO e o S (como o silvo prolongado de uma serpente). Os grandes magos afirmam que ao se despertar esse centro dominamos externamente os gnomos e pigmeus, além dos fenômenos telúricos, como terremotos, erosão, pragas de formigas, lesmas e outros. Internamente, desenvolvemos a Paciência, a Diligência e a Laboriosidade. Todos os chacras das pernas (dos joelhos, do descarrego nos calcanhares, das solas dos pés etc.) estão subordinados ao Básico.

A Kundalini acha-se encerrada no chacra muládhara e deste chacra emanam quatro Nádis semelhantes a pétalas da flor de lótus. Muládhara é a morada do Tattwa Prittivi (ou, Elemento Etérico da Terra).

Swadhishtana (Igreja de Smirna, Prostático; chamado de uterino, nas mulheres): Localiza-se a quatro dedos acima dos órgãos sexuais, no púbis. Seus mantras principais são M e Bhuvar. Com ele trabalhamos o Tattwa Apas, com os elementais das águas, ondinas e nereidas, dominando as nuvens chuvosas, as ondas dos mares, as enchentes e as leis de equilíbrio da natureza (chamadas de Leis do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum. É um nome complexo, mas significa Tragar e Ser Tragado, Receber e Doar, Dar para Receber). Interiormente, desenvolvemos a Castidade, a Fidelidade e a compreensão da Prosperidade. Este chacra é o centro de irradiação e controle de outros, como o da bexiga, testículos (ou ovários) e rins.

Manipura (Igreja de Pérgamo ou Solar): Confere o poder da telepatia. Mas também dominamos o Fogo, e seus seres, as Salamandras e os Vulcanos. Psiquicamente, pode-se dominar os incêndios, as fogueiras, o poder curativo das velas. Seus mantras principais são: U e RAM. Tattwa Tejas. Este chacra domina os chacras secundários e terapêuticos, como do fígado, do baço, do pâncreas, o da boca do estômago etc.

Anahát (Igreja deTiatira, Cárdias): O chacra cardíaco, por nos ligar aos elementais do Ar, Silfos e Sílfides, Fadas e Elfos, nos dá poderes sobre o vento, os furacões, as brisas, a levitação, o teletransporte. Tattwa Vayú. Também nos confere a compreensão da natureza pela teologia, pelos rituais e a mensagem dos símbolos pela Intuição. O Cárdias controla os chacras pulmonares, os das axilas, dos cotovelos e os das palmas das mãos.

Vishudda, Ajna e Sahásrara (Igrejas de Sárdis, Filadélfia e Laodicéia; Laríngeo, Frontal e Coronário): Auxiliam-nos a trabalhar e compreender as energias cósmicas, superiores, do Ser, como o desapego, a sabedoria, a verdade, a inteligência, a justiça, a misericórdia etc., já que a Loja Branca Atômica de nosso corpo físico situa-se no cérebro. Esses três chacras sagrados têm sob sua influência outros, como o do cerebelo, o “chacra oculto”, os sete chacras especiais que circundam o coronário, o do hipotálamo, do timo, do palato etc.

Enfim, nosso organismo psíquico contém uma fantástica constelação de chacras que nos ligam às mais variadas energias cósmicas e telúricas. Alguns afirmam que nosso corpo astral possui cerca de 10 mil chacras e o corpo mental está estruturado com mais de 200 mil chacras. Isso, sem contar os chacras dos outros corpos.

Conhecendo a parte enferma da alma e do corpo, deficiências ou com bloqueios, podemos trabalhar com as salamandras, os gnomos etc. Conhecendo o procedimento ritualístico, os símbolos, os mantras, os nomes das Deidades especialistas em determinadas energias, podemos iniciar um verdadeiro trabalho magístico. O grande segredo é o Conhecimento prático, e não unicamente a teoria estéril. É o que se propõe ensinar neste site.

Prática 1

Procure mais uma vez uma postura de relaxamento e meditação. Imagine que seus chacras tomam a forma de luminosas flores cor de rosa. Dos mantras acima citados (para despertar um dos sentidos paranormais), escolha um deles que você sinta mais afinidade e pratique por cerca de 10 minutos. Visualize que o chacra correspondente ao mantra escolhido se transforma num templo dentro de você. Penetre com a Imaginação Consciente dentro desse templo e sinta a Sabedoria ali contida. Ore à sua Mãe Divina e peça que Ela preencha seu corpo e sua Consciência com Amor, Sabedoria e Força. Lembre-se: cada exercício deve ser praticado por pelo menos uma semana, e todos por toda sua vida. Sinta a energia contida em cada prática. Ao final de cada exercício mântrico, agradeça ao Pai Celestial por mais esta oportunidade de espertar sua Consciência.

Prática 2

Fique de pé, feche os olhos e relaxe seu corpo. Imagine que das solas de seus pés saem gigantescas raízes coloridas e muito fortes. Essas raízes penetram no mais profundo da terra, alcançando as regiões mais inacessíveis do corpo planetário. Invoque a Divina Mãe Terra. Suplique-lhe seus atributos e poderes, tais como saúde, estabilidade, sabedoria, contemplação, compreensão profunda etc. Imagine que tudo o que você pediu está penetrando pelas raízes de seus pés e se espalha por todo o coro e finalmente até sua Alma e sua Consciência.

As Vassouras das Bruxas

http://misticismoemagia.blogs.sapo.pt/arquivo/newori.gifLimpeza Pessoal, com as Quatro Vassouras da Bruxa

Esta limpeza é usada para "limpar "as energias negativas das pessoas; ela harmoniza o fluído entre os quatros corpos, beneficiando-nos assim, em todos os planos existenciais.

A Tradição diz que ha quatro fases de evolução, na vida dos humanos, e que sempre estamos vivendo dentro de uma destas "categorias" , as quais relacionam-se com um dos quatro corpos que possuímos.

Estas categorias são:

- Sacerdotes: são os seres que trabalham ativa e conscientemente, pela evolução da Humanidade e do Planeta como um todo.
- Guerreiros: são os seres que lutam pela evolução.
- Artesãos: são os seres que constroem a evolução.
- Párias: são os seres que estão alheios a Vida Espiritual.

Todas estas categorias existenciais são independentes de situação financeira, ou extrato social ao qual pertencem as pessoas.

Por exemplo podemos encontrar um pária, tanto num empresário como num mendigo, ou um Sacerdote, em qualquer uma destas posições sociais, ou um guerreiro empresário, ou um artesão mendigo.

Relação entre as categorias e os planos existenciais:

- Sacerdotes / Plano Espiritual
- Guerreiros / Plano Mental
- Artesãos / Plano Emocional
- Párias / Plano Físico

Pois é, as Bruxas deram-me a forma de usar a vassoura magicamente, para ajudar e melhorar a Vida de todos.

Relação entre as vassouras e os corpos:

- Vassoura de sete ervas; um ramo para cada erva - Limpa o corpo Espiritual
- Vassoura de Espada de São Jorge (macho); sete espadas - Limpa o corpo Mental
- Vassoura de arruda; sete ramos - Limpa o corpo Emocional
- Vassoura de palha; sete feixes de palha- Limpa o corpo Físico

A vassoura de sete ervas deve ser composta pelas seguintes ervas: arruda, guiné, espada de São Jorge, tanto a qualidade fêmea como a qualidade macho, alecrim, manjerona, e alevante.

Todas as ervas de todas as vassouras, devem estar frescas, inclusive a vassoura de palha; depois da limpeza, as vassouras devem ser penduradas a deixadas secar durante sete dias e sete noites, na intempérie, mesmo que chova, e levadas e deixadas num mato, bosque ou campo.

Pode-se usar o mesmo jogo de vassouras para limpar mais de uma pessoa, desde que a limpeza de todas elas, seja feita na mesma hora.

Para confeccionar as vassouras deve-se atar as ervas num galho de sinamomo, de um metro de comprimento.
Depois de ter todas as vassouras prontas, pedir a pessoa que se deite no chão na frente do altar, de barriga para cima, transversalmente em relação a ele, com o braço esquerdo do lado do altar.

Nesta posição a pessoa está simbolicamente no plano físico, e deverá ir virando-se, de esquerda a direita, para ir passando de um plano ao outro até chegar ao plano espiritual, que é quando começa a limpeza.

1° - De boca para cima, vira de esquerda para a direita ficando de bruços, fechada no plano físico.

2° - De boca para baixo, vira de direita para a esquerda, entrando assim no plano emocional, de boca para cima

3° - Ainda de boca para cima, vira da esquerda para a direita, ficando assim no plano emocional.

4° - De boca para baixo, vira da direita para a esquerda, entrando assim no plano mental, de boca para cima.

5° - Ainda de boca para cima, vira da esquerda para a direita, ficando assim no plano mental, de boca para baixo.

6° - E por último, vira da direita para a esquerda, entrando no plano espiritual, de boca para cima.; vira uma vez mais, da esquerda para a direita, ficando no plano espiritual de boca para baixo.

Todas estas viradas são no sentido contrário ao altar, afastando-se dele.

Estas voltas representam, a passagem do Ser, de um estado a outro de consciência, para que possamos trabalhar em todos eles.

A partir deste momento, fazem-se as voltas no sentindo contrário, passando as vassouras na pessoa na frente e nas costas.

1° -Com a pessoa de boca para baixo, passar nela da cabeça para os pés, somente uma vez, a vassoura de sete ervas, correspondente ao corpo espiritual.

Agora ela se vira de boca para cima, da esquerda para a direita, indo em direção ao altar, e se passa uma vez a vassoura de sete ervas, da cabeça para os pés, somente uma vez.

2° - Agora a pessoa se vira novamente, da direita para a esquerda, sempre indo em direção ao altar, ficando de boca para baixo, e se passa nela a vassoura de Espada de São Jorge, correspondente ao corpo mental, da cabeça aos pés, igual que da vez anterior.


Virando novamente da esquerda para a direita, e ficando de boca para cima, se passa outra vez a vassoura com as espadas de São Jorge, da cabeça até os pés, somente uma vez.

3° - Virar de novo da direita para a esquerda, ficando de boca para baixo, indo em direção ao altar, se passa nela a vassoura de arruda, correspondente ao corpo emocional, da cabeça aos pés, somente uma vez, após o que deve virar novamente da esquerda para a direita, e passar novamente a vassoura de arruda na frente da pessoa, da cabeça aos pés.

4° - Agora el se vira como da vez anterior, de boca para baixo, da direita para a esquerda, e se passa nela a vassoura de palha, correspondente ao plano físico, somente uma vez, após o que vira-se novamente da esquerda para a direita, ficando de boca para baixo, e se passa nela por última vez a vassoura de palha, da cabeça até os pés.

Todas estas "varridas" para limpar, devem ser feitas sobre a pessoa de forma delicada sem machucar a pessoa.

Depois de terminar com uma pessoa pode-se começar com outra, até terminar com todas as que desejem ser limpas.

Por último, deixar secar as vassouras como descrito anteriormente, e entregar no mato.
Verá com melhor nitidez esse site, com os navegadores Mozilla Firefox ou Google Chrome.

Obrigada, pela visita. Beijos de luz violeta na alma.