10/05/2013

Vampiros a Origem, segundo o espiritismo.


Durante a pré-historia, o homem primitivo era essencialmente bruto a ponto de se alimentar de seus semelhantes em épocas de escassez de alimento. E esses seres brutalizados, no plano espiritual, continuavam buscando o mesmo tipo de alimento, lambendo as carcaças de animais e de homens mortos, sem saber que delas só retirava a energia, pois não conseguiam devorá-las de fato.


Uma grande parte destes homens evoluiu através do milênios e reencarnou em sociedades antigas, como Roma, Egito, Imperio Inca, Imperio Maia, Mesopotamia, Grécia e outros. Outros, no entanto, fizeram a evolução intelectual, mas a parte de sua mente ligada aos instintos quase não se desenvolveu, bloqueando, também, a evolução moral. Então, passaram a atacar os encarnados de duas formas: por obsessão e por vampirismo.

Alguns destes seres pouco evoluídos, vendo o quanto os homens antigos sofriam com calamidades naturais, doenças, colheitas fracas que levavam á fome e guerras, passaram a se aproveitar disso. Estes homens tinham a mediunidade recém aflorada e uma forte ligação com as forças da natureza, que julgavam serem manifestações de seres superiores, os deuses. Porem, ainda tinham o inconveniente de serem ignorantes sobre quase tudo. Esta foi a mistura perfeita para ensejar a ação de vampiros obsessores. Tais criaturas, desta forma, se comunicavam com os chefes espirituais destes povos se apresentando como enviados dos deuses ou como deuses menores, e solicitavam oferendas bizarras em rituais estranhos e elaborados. As oferendas eram sempre com sangue drenados de pessoas, ou pessoas e animais sacrificados.


O que difere estes vampiros de obsessores comuns é o fato de solicitarem que o sangue das vitimas, humanos ou animais, fosse retirado e colocado em recipiente separado. Dali, retiravam a energia vital impregnada de sensações físicas, uma vez que sua vibração era baixíssima e havia uma grande necessidade de sentirem-se densos, vivos, encarnados. Deste modo, uma parte desta energia absorvida do sangue os ajudava a aglutinar as partículas que formavam seus corpos espirituais e eles tinham maior sensação de peso, de gravidade, de força física, de prazer. E é esta necessidade que os difere daqueles obsessores que também solicitam sacrifícios, mas usam as vitimas de outra forma, com outras finalidades. (Ver o post Obsessão)

A evolução natural ao longo de milhares de anos forçou a maioria destes seres a evoluir também. Os poucos que restaram já foram realocados em outros planetas há mais de dois séculos.

O outro tipo é o que chamamos de vampiro verdadeiro e que deu origem ás lendas sobre estes seres sugadores de sangue. Eles também possuem uma vibração baixíssima, a tal ponto que jamais conseguiram sair da crosta terrestre e ir para uma local melhor. São completamente cegos e surdos ás vibrações superiores de entidades benevolentes. E gostam de ser assim.

Entretanto, possuem grande força mental a ponto de conseguirem, sozinhos, condensar as partículas de corpo espiritual e tornarem-se tangíveis, assumindo a aparência que quiserem. Deste fato originou-se a lenda de que os vampiros levantam-se do tumulo e são como mortos vivos, de pele gelada, pálidos com cor de morte. De fato, retiram energia do corpo em putrefação também.

Sob esta forma tangível, entravam nas casas e atacavam adultos e crianças, mordendo-os e arranhando-os. Para isso, andavam furtivos nas ruas escuras, fugindo do nascer do sol. Isso porque a luz, que é uma onda eletromagnética que transporta energia, desestabilizava o arranjo de suas particulas físicas, fazendo com que seu corpo quase espectral se decompusesse de forma que parecia estar queimando. Mas era apenas decomposição molecular. Daí a lenda segundo a qual vampiros não andam na luz do dia.

Este conhecimento de que vampiros são espíritos materializados originou a lenda de que eles não tem reflexo no espelho. Claro que, estando materializados, eles possuem reflexo, mas tal alegoria surgiu para reforçar o fato de eles serem, na verdade, espectros.

Enquanto estes vampiros ainda estavam materializados, era essencial manter o equilíbrio. Energia demais, proveniente da luz, tornava seu corpo instável a ponto de se decompor. E energia de menos também podia desestabiliza-lo. E o que podia absorver energia de baixa frequência como a sua era o alho e a cebola. Estes dois vegetais tem a propriedade de absorver energias de baixa vibração. Eis o pavor do vampiros com relação ao alho, mas a cebola tem o mesmo efeito.   Eventualmente, algumas pessoas podem ter conseguido surpreender algum vampiro em ação e pode ter entrado em luta física com ele, cravando-lhe uma estaca no peito. Pois bem, a energia que ele retira das vitimas sugando-lhe a vitalidade do sangue é metabolizada no chacra cardíaco. Uma vez que ocorre alguma interferência neste centro de energia, todo o resto do corpo espiritual sofre um grande abalo. Assim, com uma estaca no coração ou chacra cardíaco, o vampiro não pode manter o equilíbrio do corpo materializado e este se desmancha.  
Este tipo de vampiro ainda existe na Terra e é extremamente social, se organizando em grupos. Este grupos habitam as cidades e, hoje em dia, rarissimamente se materializam para atacar pessoas. Se reúnem em grupos em locais movimentados, como praças ruas de comercio e, ao perceberem uma pessoa com boa vitalidade, se aproximam, lançam prolongamentos de seu corpo espiritual no interior de alguns chacras da vitima ou em pontos vulneráveis, drenando sua energia.

Mesmo estando no plano invisível, estes seres absorveram a cultura humana ligada a eles e, através dos séculos, passaram a apresentar características peculiares, como o fato de descansarem em poleiros de cabeça para baixo, usarem roupas pretas e assumirem a aparência de personagens famosos da ficção. Por exemplo, aqui na minha cidade tem um grupo no centro que “fez ninho” em cima de uma livraria evangélica, são todos do sexo masculino e tem a aparencia e as roupas do famoso personagem Nosferatu, interpretado por Max Schreck, em 1922.

A maior parte destes vampiros tem vitimas escolhidas como favoritas, as quais são vampirizadas varias vezes. Esta escolha se baseia não só no fato de a pessoa ser dotada de um maior quociente energético, mas também devido ao fato de, sequer, imaginar que isso possa acontecer ou de não acreditar em obsessores espirituais ou de não crer na espiritualidade de forma geral. Com isso, a vitima se torna insensível aos avisos de seus protetores e atribui os sintomas do vampirismo ao stress, á depressão, á falta de exercícios ou de vitaminas, etc...

Os vampiros atuais, que ainda vivem na Terra, são somente mais um tipo de obsessor, dotado do mesmo grau de maldade e ignorância dos demais. Apenas difere por ter adotado um estilo de vida peculiar e por ter absorvido uma parte da cultura dos seres encarnados, fato bastante raro no plano espiritual.

Esperamos ter elucidado um pouco das duvidas sobre a origem dos vampiros e das lendas que os cercam. Nos próximos posts falaremos sobre sintomas de vampirismo e de como se proteger desta forma de obsessão.


Fonte: http://livredaobsessao.blogspot.com.br/2013/02/vampiros-origem.html

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